No dia 21, um domingo, procurei explicar o sentido do Advento para as crianças e os jovens do crisma. A maioria não sabia o significado. Já tinham ouvido falar até na escola, mas não entendiam o que significava.
Para explicar melhor me veio a idéia de distribuir a turma em quatro grupos e fazer com que elas mostrassem por meio de mímica as quatro semanas do Advento. Foi incrível a movimentação deles! Depois expliquei que o Menino Jesus nasce todos os dias em nossos corações. E para isto aconteça devemos ser solidários, saber dividir, separar o que temos e doar para alguém que precisa.
Neste tempo ficamos mais quietos, pensativos, como que a pensar o que posso fazer para melhorar, e há tanta coisa a ser feita. Nós como verdadeiros cristão temos que pensar o ano inteiro, fazer algo o ano inteiro, se doar sempre, não só em datas comemorativas, pois a pobreza, as drogas, as doenças estão aí batendo as nossas portas.
Então vamos arregaçar as mangas e trabalhar o ano inteiro, sem descanso e pensar neste Menino que vem bater todos os dias em nossas portas, e só nós podemos abrí-la, pois só tem tranca do lado de dentro. Ele só pode bater.
Dirce Catequista
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
CONFISSÃO
Que palavra complicada para algumas crianças, senão para a maioria delas! É muito difícil quando chega a hora de se confessar. Deveria ter outra motivação: "vamos conversar com o padre, tirar as nossas dúvidas, que com certeza vocês jovem e adolescentes têm muitas". Aí talvez aquele tremor, medo, angústia e calafrios não existiriam. Seria uma conversa de amigo para amigo, mas sempre lembrando que o padre é aquela pessoa que nos ouve e nos ajuda quanto as nossas dúvidas; a nos orientar na descoberta e seguimento do Senhor, não apenas dizendo o que é certo ou errado.
Este ano começamos a refletir sobre esta palavra "confissão" e de como aproximar as crianças do sacramento da Reconciliação. Confissão era um "palavrão" por demais pesado para nossos pequenos. Então tivemos a ideia de enciminhar este momento sob outra motivação. Para começar não defini-lo como "hora de falar dos pecados", mas entendê-lo como diálogo, no qual olhamos para nossa vida com os olhos de um Deus misericordioso, e, arrependidos, nos propormos a melhorarmos, com sua graça. Evidente se deve deixar bem claro pra eles sobre suas atitudes; da necessidade de se ter senso do bem e do mal, porém sempre primando pela educação da cosnciência.
Enfim, explicar tudo a eles (catequizandos), com muita clareza e, quando for a hora de falar com o padre, estivessem tranquilos e pudessem ter uma boa e amistosa conversa, sem receios de se abrirem e tirar todas as suas dúvidas. Que fosse algo bem normal, sem aqueles medos todos, pois na verdade é momento de encontro e retomada das coisas boas pretendidas. Pensando assim, propomos ao Padre Edmilson e este aceitou de bom grado, falar com nossos pequenos. Estabelecer "um papo cabeça" com eles, de maneira estarem bem à vontade, começando por assuntos do dia-a-dia: futebol, coisas ordinários... Assim, dialogar sobre a vida de fé brotaria com a mesma naturalidade, pois não somos feitos em repartições. Somos um todo e Deus nos envolve em todos os aspectos e para Ele nada em nós é banal. Ele se interessa por cada detalhe de nossa vida, pois é Pai presente e cuidadoso.
Dirce e Irº Adelmo
Este ano começamos a refletir sobre esta palavra "confissão" e de como aproximar as crianças do sacramento da Reconciliação. Confissão era um "palavrão" por demais pesado para nossos pequenos. Então tivemos a ideia de enciminhar este momento sob outra motivação. Para começar não defini-lo como "hora de falar dos pecados", mas entendê-lo como diálogo, no qual olhamos para nossa vida com os olhos de um Deus misericordioso, e, arrependidos, nos propormos a melhorarmos, com sua graça. Evidente se deve deixar bem claro pra eles sobre suas atitudes; da necessidade de se ter senso do bem e do mal, porém sempre primando pela educação da cosnciência.
Enfim, explicar tudo a eles (catequizandos), com muita clareza e, quando for a hora de falar com o padre, estivessem tranquilos e pudessem ter uma boa e amistosa conversa, sem receios de se abrirem e tirar todas as suas dúvidas. Que fosse algo bem normal, sem aqueles medos todos, pois na verdade é momento de encontro e retomada das coisas boas pretendidas. Pensando assim, propomos ao Padre Edmilson e este aceitou de bom grado, falar com nossos pequenos. Estabelecer "um papo cabeça" com eles, de maneira estarem bem à vontade, começando por assuntos do dia-a-dia: futebol, coisas ordinários... Assim, dialogar sobre a vida de fé brotaria com a mesma naturalidade, pois não somos feitos em repartições. Somos um todo e Deus nos envolve em todos os aspectos e para Ele nada em nós é banal. Ele se interessa por cada detalhe de nossa vida, pois é Pai presente e cuidadoso.
Dirce e Irº Adelmo
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
PAIXÃO DE DAR CATEQUESE
Criei este blog com intuito de que outras pessoas pudessem ver, dar opiniões, deixar recados, não só os adultos mas também as crianças pudessem deixar a sua idéia. Catequisar é algo difícil de explicar, pois nós nos apaixonamos por aquilo que vamos aprendendo e ficamos com sede de saber mais, pois quanto mais descobrimos, mais ficamos ansiosos em mostrar as crianças como é lindo o mundo de Jesus Cristo. De como seria diferente o nosso mundo se conseguíssemos seguir as leis de Deus.
Este ano, aqui no Calábria, está tudo indo muito bem! As crianças estão empolgadas com o que passamos a elas, e é gratificante vê-las nos encontros mexendo-se e ajudando o colega para encontrar o que é pedido. Tentamos fazer o possível para que o momento da catequese seja bem aproveitado: há momentos para silenciar, para rir, brincar... até conseguimos fazer teatro para passar a Palavra de Deus! E estas crianças são abençoadas, pois tudo que é proposto elas ajudam.
Este ano, aqui no Calábria, está tudo indo muito bem! As crianças estão empolgadas com o que passamos a elas, e é gratificante vê-las nos encontros mexendo-se e ajudando o colega para encontrar o que é pedido. Tentamos fazer o possível para que o momento da catequese seja bem aproveitado: há momentos para silenciar, para rir, brincar... até conseguimos fazer teatro para passar a Palavra de Deus! E estas crianças são abençoadas, pois tudo que é proposto elas ajudam.
Precisamos encantar estas crianças, para que elas continuem e perseverem. E isto só depende de nós; de como agimos com elas, como fazer para que elas se apaixonem por Jesus, assim como nós nos apaixonamos; e isto é fácil, porque se somos realmente apaixonados por Jesus, vamos procurar ideias, jeitos, meios para que elas se empolguem e continuem a sua missão, que está no início. O presente e futuro são deles! Por isso devemos fazer como São João Calábria: deixar que os pequenos tomem seus verdadeiros lugares, pois deles é o Reino dos Céus!
Dirce, mãe e catequista.
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